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Domingo, 14 de Janeiro de 2007
DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO
Vou expor as palermices que penso sobre esta matéria, tentado ser o mais breve possível para não vos cansar de tanta leitura.

Como sabem, o aborto foi legalizado em Portugal em 1984: a mãe poderia abortar por razões de saúde até às 12 semanas (no caso de perigo de vida, grave lesão ou violação).

O referendo de 2007 sugere que a mulher possa abortar até às 10 semanas nos hospitais ou em clínicas privadas, com os serviços pagos pelos nossos impostos, sem ter que dar qualquer razão (por não estar satisfeita com o sexo do bebé, por exemplo) – de facto, trata-se duma legalização e liberalização do aborto que apoio inteiramente, qualquer que seja a razão que a mulher tenha para praticar este acto (não fazendo disso um acto continuado, evidentemente). Legal ou ilegal, o aborto representa sempre um risco e um traumatismo físico e psicológico para a mulher evidente que deveriam ser sempre auxiliadas por especialistas e, mais importante, pela família.

O primeiro passo, sim, deveria ser pensar como acabar com o aborto clandestino. A mulher que tem posses pode fazer o que bem lhe apetece, o problema é que a maioria das mulheres envolvidas nesta questão vive abaixo do limiar da pobreza. Naturalmente, a despenalização servirá, e bem, para todas, não banindo raças, credos e posições sociais.

Por fim, e o mais importante, é ajudar a ver as situações pelo lado positivo e da solidariedade, e não deixar que a mulher se veja desesperadamente só em momentos extremamente difíceis da sua vida.
Badalado por p3marinho às 01:28
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2 comentários:
De ag a 16 de Janeiro de 2007 às 10:09
Essa é uma questão complicada. Se queremos defender que é uma decisão da mulher, não podemos ao mesmo tempo querer partilhar eventuais culpas. E nem sempre é uma decisão de comum acordo.

Também voto sim.
De Anónimo a 15 de Janeiro de 2007 às 16:17
Na minha opinião os homens também deveriam ser responsabilizados, não só as mulheres, VOTO SIM.

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